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INOVAÇÃO COGNITIVA

Inovação contínua através da mudança de características da personalidade em indivíduos, times, líderes e na cultura organizacional

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de Características da Personalidade (MCP)
 
 
Como expandir os PONTOS FORTES e neutralizar os PONTOS FRACOS

 

O MCP contém uma série de características detectadas em sua personalidade por você e por pessoas de seu convívio.

Após tê-lo recebido, o próximo passo é ler atentamente tudo o que foi detectado com bastante atenção, mas tendo uma coisa em mente: essas informações ainda carecem da devida verificação (ou seja, pode ser que nem todas as características detectadas correspondam à realidade).

Para fazer a devida verificação, você terá que reproduzir a técnica de PEDIR FEEDBACK vista durante o módulo introdutório do programa de PILARES:

1º) Escolha uma pessoa de seu convívio para confirmar todas as características detectadas. Essa pessoa deverá ser aquela que “você mais confia” – ou seja, aquela que não teme lhe falar a verdade (por mais desagradável que possa ser) e que, ao mesmo tempo, se importa com você a ponto de “tomar o devido cuidado” na hora de revelar as características difíceis de aceitar. Se você tiver mais de uma pessoa que se enquadre nesse perfil, peça FEEDBACK a todas elas.

2º) Quando for pedir o FEEDBACK, diga mais ou menos o seguinte: “(nome do amigo ou amiga), estou passando por um programa de autoconhecimento e acabei de ser avaliado(a) por várias pessoas de meu convívio. Nessa avaliação, foram detectadas características de minha personalidade que são percebidas em meu comportamento. Agora, preciso ter a confirmação dessas características com alguém que não tenha medo de me contar a verdade e, ao mesmo tempo, se importe comigo a ponto de “tomar o devido cuidado” ao confirmar coisas de mim mesmo(a) que possam me surpreender negativamente. Como você é uma das pessoas que mais confio para esse tipo de coisa, gostaria de saber se poderia me ajudar nessa tarefa.”

3º) Uma vez que conseguiu o “sim” do seu amigo ou amiga, vá revelando uma a uma as características que você tem dúvidas se realmente fazem parte de seu comportamento. Por exemplo: “Me disseram que existe ‘arrogância’ em minhas atitudes. Você concorda?” Ao ouvir a resposta, lembre-se: NÃO DIGA ABSOLUTAMENTE NADA APÓS OUVIR A RESPOSTA. NÃO SE JUSTIFIQUE, NÃO RECLAME, NÃO ESBRAVEJE, NÃO EMITA SOM ALGUM!!!!!! SIMPLESMENTE OUÇA, RESPIRE FUNDO, E PASSE PARA A PRÓXIMA CARACTERÍSTICA ATÉ FINALIZAR TUDO!

4º) Quando ouvir a confirmação da última característica, AGRADEÇA AO SEU AMIGO(A) OLHANDO NOS OLHOS DELE(A) E DIGA-LHE QUE NÃO IMAGINA O QUANTO FOI IMPORTANTE O QUE ACABOU DE FAZER POR VOCÊ. DIGA TAMBÉM QUE A AMIZADE ENTRE VOCÊS SE FORTALECEU AINDA MAIS COM ISSO E, SE UM DIA ELE(A) PRECISAR, PODERÁ CONTAR COM VOCÊ PARA AJUDÁ-LO(A) DA MESMA MANEIRA.

5º) DESPEÇA-SE DA PESSOA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL E VÁ REFLETIR SÓ POR UM TEMPO.

6º) ACEITE O QUE OUVIU SOBRE VOCÊ. E, no fim, se conseguir, sorria. Afinal, você descobriu coisas importantes a seu respeito que todos já sabiam menos você. É O COMEÇO DA TRANSFORMAÇÃO!

7º) Conforme discutimos no módulo introdutório do programa PILARES, todas as características que nos enfraquecem vêm de duas características-mães: o MEDO e a INSEGURANÇA. E suas causas também repousam em uma dupla muito perigosa: o ORGULHO (você se acha melhor que os outros) e o EGOÍSMO (você acha que merece mais as coisas que os outros).

8º) A única maneira de diminuir a influência das características que nos enfraquecem é mudando o foco de sua atuação DE VOCÊ para OS OUTROS, através de uma estratégia bastante simples: quando lhe faltar força, convença aos outros de lhe emprestar a força deles! E elas só farão isso quando se importarem realmente com você, quando a sua presença na vida delas trouxer algum progresso, evolução ou fortalecimento para a autoestima delas. Se for capaz de fazer isso, qualquer um fará questão de ter você por perto e, dessa forma, terá um genuíno interesse em ajudá-lo(a) no que for possível.

9º) O Orgulhoso, ao crer que é melhor que os outros, tende a ter um comportamento que enfraquece a autoestima dos que o cercam, pois tem como objetivo deixar claro quem é o melhor ali. O mesmo acontece com o Egoísta, que ao crer que merece mais as coisas que os demais, fará de tudo para aproveitar as oportunidades da vida sozinho sem que haja concorrentes a fazer-lhe frente. Em ambos os casos, as pessoas tendem a se afastar de pessoas com esse perfil e, consequentemente, não estão dispostas a emprestar sua força quando precisarem (e, em muitos casos, até farão de tudo para prejudicá-los. Pronto: formou-se a rede de inimigos).

10º) Para obter força, a estratégia precisa ser exatamente o contrário: se aproximar de pessoas fortes através da criação de vínculos baseados no COMPROMISSO (a evolução dos outros também é importante para você) e da ADMIRAÇÃO (reconhecer a importância das conquistas dos outros é uma forma de inspirá-los a continuar evoluindo e, também, de mantê-los próximo a você para servirem de benchmarking- modelo – ao seu próprio progresso).

E lembre-se: uma vez que conseguir lidar com as características detectadas no mapa, é só através das técnicas de FEEDBACK (para dar e receber) que outras características do seu EU CEGO serão reveladas a você. O mesmo se dará com as técnicas de TRANSMISSÃO (compartilhamento de uma VIVÊNCIA com o objetivo de fortalecer, encorajar e não para botar mais medo e insegurança nas pessoas), onde você revelará suas características do seu EU FECHADO (área dos segredos), viabilizando, dessa maneira, a construção das PONTES DE CONFIANÇA – pré-requisitos para a criação dos vínculos de COMPROMISSO e ADMIRAÇÃO.

Então, ao trabalho! Você já sabe o que fazer. O sucesso, agora, é mera questão de tempo.


 
 
 
Autoconhecer é Autodestruir

“A melhor maneira de alcançar o autoconhecimento não é pela contemplação, mas pela ação.”

Goethe

 

Adentrar no universo do autoconhecimento parece ser algo fácil. “Basta comprar uns livros de autoajuda, acender alguns incensos, meditar por algumas horas por dia e está tudo certo” dizem alguns… Mas, não é bem assim. Mergulhar no âmago de si mesmo é um processo árduo e, na grande maioria das vezes, é uma tarefa dolorosa, desanimadora, deprimente e, não raro, dura pouquíssimo tempo.

Espere aí! Você vem falando todo esse tempo sobre autoconhecimento e agora joga esse balde de água fria?

Muito pelo contrário! O que acontece é que muito se fala de autoconhecimento como se fosse uma coisa fácil de se fazer. Como se revirando o baú interior você só encontrasse boas lembranças, qualidades e oportunidades quando, na maioria das vezes, o que se encontra é justamente aquilo que você insiste em esconder: seus defeitos, pontos fracos, negativismos…

É claro que não é só isso. Autoconhecimento é também saber quais são suas habilidades, especialidades e aprender como utilizá-las a seu benefício. Conhecer as ferramentas que você possui e aprender a utilizá-las a seu favor. Mas essa é a parte ”fácil”; o complicado é retirar os esqueletos do armário e colocá-los para dançar.

Hmmm… Entendi. Então você quer dizer que é muito mais do que fazer o mapa de características da personalidade (MCP)?

De longe! O MCP é uma das ferramentas existentes para isso, pois escancara muito daquilo que acontece sem você perceber, mas o desafio é saber analisar o mapa com isenção e de forma correta, sem se perder em negar o que foi detectado, e tampouco enfraquecer sua autoestima ao “culpar-se” por ter este ou aquele grupo de características negativas.

 Buscar o autoconhecimento apenas fora de si mesmo é um erro crasso. Acreditar que uma pessoa além de você mesmo pode lhe dar as respostas que você precisa é pura ilusão. É claro que a visão que os outros possuem de você pode lhe ajudar a refletir em como você se apresenta para o mundo. Mas reconhecer sua essência e aprender a dosá-la é um processo solitário e exige dedicação, resistência e perseverança.

Aliás, essas são algumas das características que devem ser acionadas e fortalecidas em sua personalidade antes de encarar o grande combate àquelas que mais prejudicam suas decisões – estratégia de “comer a sopa quente pelas beiradas”.

Escolha as características negativas que foram menos percebidas pelas pessoas que avaliaram você para serem neutralizadas primeiro. É trabalhando sobre elas que a dedicação, resistência e perseverança surgirão ou se fortalecerão (entre outras que você nem imagina, mas que lhe darão a força necessária para neutralizar seus maiores pontos fracos mais lá na frente).

Muitas pessoas que dizem trilhar este caminho apenas exaltam suas virtudes, escondendo de si mesmos todos os vícios e distorções do seu caminho. A facilidade de uma leitura superficial do MCP ao invés de um "mergulho na lama" põe muito a perder nesse processo de busca interior… Não é a toa que a preguiça é o primeiro dos 7 “Pecados Capitais” (para neutralizá-la é preciso fortalecer características contrárias a ela, como a força de vontade, determinação, desapego, humildade, só para citar algumas). Entretanto, é fácil falar o que se deve ser feito; difícil é saber COMO forjar todas essas características. É necessário um plano tático, que se faz assim:

  • Saiba o quê atacar (que característica irá concentrar seus esforços primeiro). Para tanto, é necessário ter feito seu MCP – sugerimos que comece por aquelas que tiverem as menores pontuações, entre 1 e 2;

 

Ø  Para cada característica que for combater, escreva-a num papel e, logo em seguida, escreva sua justificativa do PORQUÊ você a possui (tenha o máximo de precisão e sinceridade). Parta do princípio que você não é melhor que ninguém nesse planeta. Aliás, se ao ler essa afirmação você sentiu um nó no peito se formar, é muito provável que você esteja, infelizmente, entre os piores, dado o sentimento de soberba ou prepotência que desencadeou esse “nó”. Mas, não se culpe por isso nem tenha raiva deste que escreve. Como vimos no Pilar da Família, seus pais fizeram um trabalho “fino” em você, provavelmente de forma  inconsciente. Cabe a você, agora, tomar consciência de como o processo funciona e “se consertar”. Não os culpe por isso. Eles foram o que foram só para que você tivesse a chance de desenvolver qualidades melhores por si só. O sábio não nasce sábio; ele teve que ralar muito. Assim como você também terá. Agora, ou um dia. Cada um tem seu ritmo;

 

 

Ø  Se a justificativa soar como uma desculpa ou uma atitude defensiva, tenha uma certeza: você se coloca no papel de VÍTIMA e acredita que isso é legitimo. TIRE ISSO DA SUA CABEÇA!!! Ninguém é vítima de absolutamente nada nesse mundo. Se alguém enganou, traiu ou prejudicou você de alguma maneira, é porque características negativas suas fizeram com que se aproximasse de pessoas com o perfil para praticar essas ações (ingenuidade, preguiça, prepotência, ganância, ignorância, raiva... a lista é longa, basta você olhar no seu mapa para achar boa parte delas, como qualquer um de nós sem exceção);

 

Ø  Feito isso, analise cada justificativa (que não se parece com ações defensivas ou desculpas) e pergunte: isso é só minha opinião ou pode ser observado no mundo. Se puder ser observado, trata-se de algo comum que ocorre todos os dias, todas as horas, com quase todo mundo. Agora, e se o que escreveu trata-se de algo raro, que só ocorre em circunstâncias muito específicas? Caso a resposta seja esta última, há uma boa chance de sua justificativa ser algo de exceção e que você a esteja tomando como regra para a maioria de suas decisões, o que é, simplesmente, ineficiente e inaceitável. Portanto, já que você COMPREENDEU isso, LIBERTE-SE dela e jogue-a fora.

 

 

Ø  Você vai precisar escolher uma nova justificativa para sustentar o novo valor que colocará no lugar desse que foi jogado fora. E virá a partir da descrição do que você observou como sendo “a condição comum que ocorre todos os dias, todas as horas, com quase todo mundo”.  Lembre-se do que foi visto (ou que será) no Módulo do Pilar dos Estudos:

 

·         “Quando acreditamos em algo que não sabemos explicar, mas que pode ser observado facilmente, ao conseguirmos descrever suas causas e os canais de transmissão de suas consequências, nós dominamos a VERDADE, e, por conseguinte, deixamos de acreditar naquilo e passamos a CONHECER aquilo, ampliando nossa consciência.”

 

Ø  A nova justificativa, que, agora, é um CONHECIMENTO e não mais uma mera opinião (CRENÇA), por ter tocado a VERDADE será imediatamente aceita pela RAZÃO. O que não é pouco, mas está longe de ser o suficiente, porque o que você QUER mora na esfera das EMOÇÕES, e, quando chegar nesse ponto, você terá colocado várias características negativas encurraladas no canto do ringue. Elas foram “descobertas” pela luz da RAZÃO. Não podem mais influenciar suas decisões impunemente. Toda vez que você SENTIR vontade de dar-lhes ouvido e fazer o que PEDEM, a RAZÃO apontará o dedo para elas e você terá que olhar para esse POLICIAL (Superego) e dizer: “é verdade, estou sendo fraco, não devo ceder”; ou “eu sei que não devo fazer isso, mas minha vontade é fraca perto das sensações que desejo experimentar e, por saber a verdade, sou responsável pelas consequências e pela minha eventual queda.”

Não exagere no otimismo e na superficialidade. Não caia na ilusão de que “o inferno são os outros”, e você é um incompreendido trilhando um caminho de iluminação. Também não busque mestres além do que seus próprios erros e acertos. Não espere que os outros evidenciem seus pontos negativos, pois, geralmente, quem gosta de você não quer aborrecê-lo. E quem não gosta, vai fazer esse trabalho na forma da CRÍTICA para que se desequilibre emocionalmente – e, portanto, tornando suas atitudes desalinhadas com o que você sente, o que gera resultados fracos (lembre-se das técnicas para se blindar contra críticas do Módulo Introdutório. Para que a incorpore de forma automática, basta colocá-las em prática trocando suas opiniões pelo CONHECIMENTO que foi demonstrado e que sustenta essa técnica).

Também não seja pessimista. Utilize suas virtudes (PONTOS FORTES revalados no MCP) a seu favor já na hora de "chafurdar na lama" e domar seus medos e vícios (PONTOS FRACOS). Já que elas são mais evidentes, aproveite-as como isca para pescar os tubarões.

Não há segredo senão a busca pelo equilíbrio e compreensão de si mesmo. E, uma vez que conseguiu, será possível compreender os outros e atingir as esferas dos SENTIMENTOS COMPLEXOS - amor, compaixão, desapego, caridade, fé, resiliência, fraternidade, amizade, compromisso, gratidão, admiração, perdão, temperança, frugalidade, sinceridade, justiça, humildade, tolerância, suavidade, leveza, pureza, alegria, coragem, força de vontade, justiça, legitimidade, bondade, determinação, profundidade, entusiasmo, beleza, entre outras.

Esses SENTIMENTOS COMPLEXOS, conforme vimos no Módulo Introdutório no esquema do "PULO DO GATO", serão responsáveis por gerar NOVAS ATITUDES, as quais, por consequência, também ganharão em complexidade, sendo capazes de solucionar questões difíceis como conflitos que eram tidos como irreconciliáveis, escolhas que eram tidas como impossíveis, alianças que eram tidas como impensáveis, alternativas que eram tidas como inimagináveis, e assim vai. Este é o cerne da verdadeira INOVAÇÃO gerada pelos movimentos de mudanças dos vários ambientes sociais - sejam nas empresas, sejam na vida particular, sejam no interior dos indivíduos.

Ao final, vocês terão identificado a CRENÇA que originou cada ponto fraco do seu mapeamento de características de personalidade (MCP).

DAÍ... Leiam os exemplos de como reformular crenças desfavoráveis (vistos no Módulo 1: O Pilar da Família). E façam o mesmo com as suas CRENÇAS DESFAVORÁVEIS recém-descobertas.

 

DEPOIS... Vocês deverão fazer uma lista de comportamentos novos (nunca feitos antes) para impedir que as atitudes atuais ocorram. Essa lista de comportamentos precisa ser originada dos seus pontos fortes. Assim, escolha os que você tem com maior numeração e proponha atitudes que provenham deles.

 

Para quem tiver um pouco de dificuldade em começar esse processo, aqui vai uma dica:

 

Lista 1: Eleja a característica negativa que irá trabalhar para neutralizar;

 

Lista 2: Escreva as justificativas dos “porquês” você a possui (tenha o máximo de precisão e sinceridade sem se colocar no papel de vítima). Jogue fora as que são mera opinião sua e não regras naturais que recaem sobre a grande maioria dos seres humanos;

 

Lista 3: Escreva “novas justificativas” que interpretem de forma positiva ou neutra os estímulos externos que provocam em você a característica negativa – elas devem ser lógicas, coerentes, aplicáveis à maioria das pessoas e não ser mera opinião (crença) sua;

 

Lista 4: Enumere as principais situações negativas geradas pelo ponto fraco que está sendo trabalhado;

 

Lista 5: Eleja seus principais pontos fortes que servirão de “combustível" para os novos comportamentos da lista 6;

 

Lista 6: Enumere comportamentos novos baseados nos pontos fortes (gerados pelas “novas justificativas”) capazes de evitar que as situações negativas da lista 1 ocorram novamente.

 

Lista 7: Enumere “ações de apoio” que deem suporte aos comportamentos da lista 6. Por exemplo: se você estiver combatendo o ponto fraco “falta de garra” e quiser neutralizar a situação negativa que ele gera sempre (como “chegar atrasado em compromissos”), vamos supor que você escolheu o comportamento novo “antecipação” – ou seja, você resolveu fazer tudo o que se comprometeu “o mais cedo possível”. Assim, no caso dos atrasos em reuniões ou encontros, isso implicaria em chegar sempre 30 minutos antes de seu início (no mínimo). Se um encontro for marcado pela manhã (vamos dizer, às 9h), isso quer dizer que deverá chegar no mais tardar às 8h30. Para tanto, talvez você tenha que acordar mais cedo. Dessa forma, a “ação de apoio” seria você “ir dormir mais cedo” no dia anterior, a fim de poder “sair de casa mais cedo” e, portanto, estar no seu compromisso às 8h30.

 

Lista 8: Implemente os novos comportamentos e as ações de apoio por 21 dias sem interrupções (tempo mínimo para tornar novos comportamentos “planejados” em atitudes “intuitivas” e, portanto, em hábitos).